15 outubro 2003

Santinveste foi, com mais um punhado de Ofirianos, para uma casa abrigo do Gerês.
A escolhida foi Belavista.

O f.da p. do S.Pedro tentou pregar-nos a partida. Uma sexta-feira promissora, com sol e calor, seguida de um sábado e domingo fedorentos, sombrios, chuvosos, quezilentos.
Mas nós, habituados a todo o tipo de contratempos, pusemos a lingua de fora ao dito santo que, tradicionalmente, comanda o tempo, e divertimo-nos à grande (e à portuguesa).

Quanto à casa, estava bem tratada, todos os defeitos que anteriormente lhe encontrei foram corrigidos. Portadas novas ou consertadas, novo esquentador, (inteligente, pois claro), novos edredons na caminha onde se dorme tão bem, tudo tão limpo que nem o algodão, que não engana, teria razão de queixa.

Mas, teremos que propôr a MUDANÇA DE NOME.
Quem teve a infeliz ideia de plantar pinheiros mesmo em frente das famosas vistas que a caracterizavam, se não foi já, teria que ser demitido, excomungado, chicoteado, ou até enrabado. Até porque os pinheiros não têm culpa de ter crescido tanto, como lhes competia.

Como habitualmente, fomos ao "TUBO". (ah tubo, se tu falasses, contarias muita coisa...). Ele lá estava, imponente, inútil nos tempos que correm, uma vez que a água já não corre, servindo apenas como pretexto para a nossa cambaleante deslocação nocturna.

Os "comes"? Óptimos. Os "bebes"? Sempre em forma. As pessoas? Nem falar. Os cães? Muitos, sempre à nossa frente, obrigando-nos a desvios perigosos.

Pena que estes fins-de semana tenham fim.

Aproveitem para ver o site "SANTINVESTE" e as "ultimas".