A Época Natalícia está à porta.
Nock! Nock!
É ela! É a Época que está a bater!!!
Fui abrir a porta, e, delicadamente, convidei-a a entar. Tomei a precaução de informar toda a gente da casa de que não era nenhuma "amiga", , mas a dita "Época".
Depois de a convidar a instalar-se cómodamente no sofá, iniciei a conversa:
- Então! A que devo a honra?!
- Venho cá para receber as encomendas do Pai Natal!
- Muito bem. Mas porquê do Pai Natal, e não da Mãe, da Tia, ou da Prima Natal?
- Sabe, é hábito ser assim...
- Mas porquê, por mil milhões de tornados, teremos que ser nós, os Pais, a pagar a factura???
- Porque é políticamente correcto.
- E o que é essa merda?
- É a tradição...
- E essa tradição não consegue ser mais imaginativa, com uma Prima Natal, boazona, corpo escultural, com mamas atraentes, deslocando-se de Ferrari com pneus Pirelli anti-neve, com a bagageira perfeitamente desenhada e transportando alguns presentes, não muitos, para não deformar as curvas?
- Bem...
- Assim até os Pais se ofereceriam para penduras das Primas, ajudando a distribuição...
- Claro...
- E poderiam puxar pelos cordões à bolsa.
- Sim, entendo...
- Então, tratem lá de mudar a tradição, dar uma grande volta às vossas cabecitas, e ponham o Pai no devido lugar. Participante, mas não necessáriamente pagante.
- Vou levar a mensagem ao meu chefe, o Menino Jesus...
- Mas porque há-de ser um puto, um menino, a liderar os processos?
- Porque ele é que controla os presentes... Eu cá só controlo as entregas... Pelo telemóvel indico as moradas ao Pai Natal, ele faz a distribuição, lideradas por outsourcing, e eu recebo uma pequena percentagem...
- Pois bem, Época, vais dizer ao teu chefe que, a partir de hoje, não há mais Pai Natal.
- Direi, se assim quizer. Mas, e quem o irá substituir?...
- A Mãe!!! Ela que se atravesse. Que compre, que pague, que decida. E que deixe para o Pai os agradecimentos. Já é tempo....
Nock! Nock!
É ela! É a Época que está a bater!!!
Fui abrir a porta, e, delicadamente, convidei-a a entar. Tomei a precaução de informar toda a gente da casa de que não era nenhuma "amiga", , mas a dita "Época".
Depois de a convidar a instalar-se cómodamente no sofá, iniciei a conversa:
- Então! A que devo a honra?!
- Venho cá para receber as encomendas do Pai Natal!
- Muito bem. Mas porquê do Pai Natal, e não da Mãe, da Tia, ou da Prima Natal?
- Sabe, é hábito ser assim...
- Mas porquê, por mil milhões de tornados, teremos que ser nós, os Pais, a pagar a factura???
- Porque é políticamente correcto.
- E o que é essa merda?
- É a tradição...
- E essa tradição não consegue ser mais imaginativa, com uma Prima Natal, boazona, corpo escultural, com mamas atraentes, deslocando-se de Ferrari com pneus Pirelli anti-neve, com a bagageira perfeitamente desenhada e transportando alguns presentes, não muitos, para não deformar as curvas?
- Bem...
- Assim até os Pais se ofereceriam para penduras das Primas, ajudando a distribuição...
- Claro...
- E poderiam puxar pelos cordões à bolsa.
- Sim, entendo...
- Então, tratem lá de mudar a tradição, dar uma grande volta às vossas cabecitas, e ponham o Pai no devido lugar. Participante, mas não necessáriamente pagante.
- Vou levar a mensagem ao meu chefe, o Menino Jesus...
- Mas porque há-de ser um puto, um menino, a liderar os processos?
- Porque ele é que controla os presentes... Eu cá só controlo as entregas... Pelo telemóvel indico as moradas ao Pai Natal, ele faz a distribuição, lideradas por outsourcing, e eu recebo uma pequena percentagem...
- Pois bem, Época, vais dizer ao teu chefe que, a partir de hoje, não há mais Pai Natal.
- Direi, se assim quizer. Mas, e quem o irá substituir?...
- A Mãe!!! Ela que se atravesse. Que compre, que pague, que decida. E que deixe para o Pai os agradecimentos. Já é tempo....

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