Gostei!
Da expressão do nosso " Amigo Valente "
Por isso e só por isso
Lá vai outro escrito
Meu amor
Não existe mais que a dor
O sabor de uma feijoada
Uma forte trovoada
E um vinho que não sabe a nada
Não sabes
Não pressentes
Não consegues entender
Estás noutra
Paciência!
Não se trata de ciência, de saber, de conhecimento
Trata-se da Nossa Senhora
A que não sabe nada
A que sabe tudo
Aquela a quem chamo o que não sei...
O silêncio do movimento
Um salmão saltou o pinheiro
Verdade no finito
No redondo do todo
Não lhe pagaram em dinheiro.....
Os filhotes nasceram e brincaram e desceram
E os pais morreram
\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\
Perdido,
Muitos anos
café em café
bar em bar
Sem sangue para doar
Beijos para dar
Passar o tempo por passar
Abrindo-se portas,
Nas casas em terras frias
Bonitas, gélidas
Quentes
Um peito fraterno
Uma cama
Lenções
Lavados e dobrados
Não atados
O mundo
Muitas voltas
Cerejas comidas
Nas igrejas
Cânticos
Músicas
No ar
Pois é , pois é
Escondido metade da vida
E a outra metade
Sem saber o que fazer
Sem coragem de enfrentar a canção do Porto
Sem saber o que é o tempo
Sem conseguir gostar do francês
Do alemão
E talvez do português
Línguas e línguas e mais línguas
Desnecessárias, mas importantes como os três vinténs
O gesto, o olhar, o sorriso, o respeito
As costas direitas
O recuo
O pulo
O desconhecido
Existem formas de saber que não se estudam
Mas que existem
Existem e constantemente deixam de existir
Da expressão do nosso " Amigo Valente "
Por isso e só por isso
Lá vai outro escrito
Meu amor
Não existe mais que a dor
O sabor de uma feijoada
Uma forte trovoada
E um vinho que não sabe a nada
Não sabes
Não pressentes
Não consegues entender
Estás noutra
Paciência!
Não se trata de ciência, de saber, de conhecimento
Trata-se da Nossa Senhora
A que não sabe nada
A que sabe tudo
Aquela a quem chamo o que não sei...
O silêncio do movimento
Um salmão saltou o pinheiro
Verdade no finito
No redondo do todo
Não lhe pagaram em dinheiro.....
Os filhotes nasceram e brincaram e desceram
E os pais morreram
\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\
Perdido,
Muitos anos
café em café
bar em bar
Sem sangue para doar
Beijos para dar
Passar o tempo por passar
Abrindo-se portas,
Nas casas em terras frias
Bonitas, gélidas
Quentes
Um peito fraterno
Uma cama
Lenções
Lavados e dobrados
Não atados
O mundo
Muitas voltas
Cerejas comidas
Nas igrejas
Cânticos
Músicas
No ar
Pois é , pois é
Escondido metade da vida
E a outra metade
Sem saber o que fazer
Sem coragem de enfrentar a canção do Porto
Sem saber o que é o tempo
Sem conseguir gostar do francês
Do alemão
E talvez do português
Línguas e línguas e mais línguas
Desnecessárias, mas importantes como os três vinténs
O gesto, o olhar, o sorriso, o respeito
As costas direitas
O recuo
O pulo
O desconhecido
Existem formas de saber que não se estudam
Mas que existem
Existem e constantemente deixam de existir

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