Porquê
Nunca entendi este blog (ger)
Ninguém escreve
Ninguém participa
Ninguém faz nada ...
Ninguém= 0 ou 1 ,,,,,,,?
...............................
É a sorte grande
É o amarelo
Os chifres
O ocre
Enchofre
O diabrete?
Que escorre pelas paredes húmidas
Frias e secas!
Da caverna escura
Muito escura
Que ninguém quer ver
------------------------------
E vem - ( me ) à memória
Uma frase batida
Batida num bate... bate
Que aquece
Num coração que esmorece
Adormece
E sonha
E acredita
Naquilo que a maioria dos mortais
Não sonha nem acredita!
......................................................
E vem-me à memória a frase d0 Vitorino:
Este é o ultimo dia
Da vida da Josefina
Quando me lembro da Josefina
Lembro-me de mim
De Mim .. Mim...............
Egoista!
Não ... Não...
Lembro-me de muito gente
Lembro-me das bicicletas
Das motas
Dos aviões
E avionetes (? )
Dos risos
E do sangue frio....
Quando necessário...
Lembro-me dos testes.
......................................
Quando acordo
A transpirar
Num corpo suado
Colado ao meu
Vem-me à memória
Uma frase mais que batida
Mais que ouvida
Mais que sentida
Mais que tocada
Hoje o ultimo dia do resto da tua primeira Vida!
..........................................
Os últimos suspiros
Da vida da Josefina
Ouvi-os
Sintio-os!
E atordoado com as bejecas
Que me chegavam à minha boca
Pequena e ácida
Dos queijos franceses
Afino a viola
Pousada na parede de granito
E toco
E canto aquilo que vai na alma
....." Onde estás Josefina ?
Minha amiga? "
....................................
Em tempos idos
Certos bandidos
Pilharam o galinheiro
No galo deixaram um letreiro
" ...fiquei viuvo da meia noite para a uma...."
.........................
Ninguém escreve
Ninguém participa
Ninguém faz nada ...
Ninguém= 0 ou 1 ,,,,,,,?
...............................
É a sorte grande
É o amarelo
Os chifres
O ocre
Enchofre
O diabrete?
Que escorre pelas paredes húmidas
Frias e secas!
Da caverna escura
Muito escura
Que ninguém quer ver
------------------------------
E vem - ( me ) à memória
Uma frase batida
Batida num bate... bate
Que aquece
Num coração que esmorece
Adormece
E sonha
E acredita
Naquilo que a maioria dos mortais
Não sonha nem acredita!
......................................................
E vem-me à memória a frase d0 Vitorino:
Este é o ultimo dia
Da vida da Josefina
Quando me lembro da Josefina
Lembro-me de mim
De Mim .. Mim...............
Egoista!
Não ... Não...
Lembro-me de muito gente
Lembro-me das bicicletas
Das motas
Dos aviões
E avionetes (? )
Dos risos
E do sangue frio....
Quando necessário...
Lembro-me dos testes.
......................................
Quando acordo
A transpirar
Num corpo suado
Colado ao meu
Vem-me à memória
Uma frase mais que batida
Mais que ouvida
Mais que sentida
Mais que tocada
Hoje o ultimo dia do resto da tua primeira Vida!
..........................................
Os últimos suspiros
Da vida da Josefina
Ouvi-os
Sintio-os!
E atordoado com as bejecas
Que me chegavam à minha boca
Pequena e ácida
Dos queijos franceses
Afino a viola
Pousada na parede de granito
E toco
E canto aquilo que vai na alma
....." Onde estás Josefina ?
Minha amiga? "
....................................
Em tempos idos
Certos bandidos
Pilharam o galinheiro
No galo deixaram um letreiro
" ...fiquei viuvo da meia noite para a uma...."
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1 Comments:
Interessante... Pleno de referências que não entendo (e outras que sim), mas interessante.
No que toca à tua blogoperplexidade... Um blog (ou blogue, como preferirem) é como uma planta que tem que ser muito regada e muito bem regada. É preciso arranjar links com outros blogs. É preciso escrever coisas que despertem a atenção. Utilizar - digo eu - imagens chamativas. Inclusive, recorrer a medias de som e imagem, sei lá...
Pessoalmente, coloco muito esforço nos meus blogs (menos no Vigia, enfim; e, no entanto, até acho que, com mais regadelas teria níveis de frequências curiosos): actualizo-os muito, dou o meu melhor e acho, sinceramente, que faço um excelente trabalho. Ainda assim, estão (o de poesia, por ser de poesia; o It Takes Two, sei lá bem porquê... ou sei, analisando o género de blogs de maior sucesso) muito longe de ter um número de visitas que possa considerar satisfatório. A verdade, no entanto, é que só faço o que me apetece e vou tendo os meus "fiéis", mais alguns. Em termos de comentários, no entanto, recebo pouqíssimos. Dá a sensação de que não haverá nada a acrescentar. No Poesia, vou rcebendo mais alguns, mas sempre dos mesmos - e louvados sejam, porque significa que não escrevo para o boneco. Mas, aí, sou eu quem pouco tem a acrescentar, visto que os poemas - e as imagens - já devem falar muito por si e porque, em todo o caso, é suposto que a arte tenha muitas, muitas leituras diferentes.
Claro que sabes que há fórmulas para agradar ao "grande público"... Mas também não creio que pretendas entrar por aí, certo?
Um abraço.
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