Os velhos no jardim
De soslaio olham para mim
Bandido
Mata oito
Mata sete
Ai de mim
Contido
Espremido contra uma parede
E uma naifa no pescoço
Rebentei pelas costuras
E dei por mim
A nadar no esgoto
A esbracejar na piscina de meio metro
E a dizer
Quantos são
Venham eles
E como eles não deram sinal
Com medo e receio
Insisti e enfrentei
Venham elas!
E elas vieram cheias de peixes
E condimentos
E com muitos sentimentos
E eu claro
Arrecadei
Aguentei
O peso de tanto querer
E nada como
Uma fogueira
Um fogacho
Uma sardinha
Um afago
Uma castanha
Bem assada
Na altura de uma montanha
Como se eu fosse de fazer
Tal façanha
Ai de mim
Ganhar no jogos que os velhos do jardim
Têm para jogar
No recordar
Das vitórias
Nunca esquecidas
Que persistem a olhar para mim
E uma peça metálica que voa no ar
Que acerta sem querer
Num pedestal
E se arrasta no chão
A implorar!
De soslaio olham para mim
Bandido
Mata oito
Mata sete
Ai de mim
Contido
Espremido contra uma parede
E uma naifa no pescoço
Rebentei pelas costuras
E dei por mim
A nadar no esgoto
A esbracejar na piscina de meio metro
E a dizer
Quantos são
Venham eles
E como eles não deram sinal
Com medo e receio
Insisti e enfrentei
Venham elas!
E elas vieram cheias de peixes
E condimentos
E com muitos sentimentos
E eu claro
Arrecadei
Aguentei
O peso de tanto querer
E nada como
Uma fogueira
Um fogacho
Uma sardinha
Um afago
Uma castanha
Bem assada
Na altura de uma montanha
Como se eu fosse de fazer
Tal façanha
Ai de mim
Ganhar no jogos que os velhos do jardim
Têm para jogar
No recordar
Das vitórias
Nunca esquecidas
Que persistem a olhar para mim
E uma peça metálica que voa no ar
Que acerta sem querer
Num pedestal
E se arrasta no chão
A implorar!

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