14 março 2007

QUE SAUDADES QUE EU JÁ TINHA!

De ver as ondas encavalitadas nos rochedos,
De sentir o spray do mar a massagar-me a cara,
De pôr a areia a verter por entre os dedos
E gozar o sol, de beleza rara.

De furar o horizonte com o olhar,
De beber os sons, abraçando o vento,
Num murmúrio ameno, quase um lamento.
De afagar as asas das gaivotas, no seu voar.

De tomar notas, escrevendo sentimentos,
E apertar um cigarro, disposto a ser fumado,
Vendo um pescador a fazer um lançamento
Acreditando não saír gorado.

De perseguir pistas na areia fina,
De a sentir fugir por entre os pés,
De a vêr molhada, e logo seca,
Ao sabor das marés.

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Olha primo, q eu ainda nao tinha vindo aqui ler e já falava de saudade, pq o mar nos dá esse sentimento de amigo antigo, de abraço, de repouso.
Gostei mt d q vc escreveu pq compartilhamos do mesmo sentimento, bjs
Lili

00:39  
Anonymous Anónimo said...

Olha primo, q eu ainda nao tinha vindo aqui ler e já falava de saudade, pq o mar nos dá esse sentimento de amigo antigo, de abraço, de repouso.
Gostei mt d q vc escreveu pq compartilhamos do mesmo sentimento, bjs
Lili

00:40  

Enviar um comentário

<< Home