Acontecem
É o verão que chora sob a montanha
Perdido na solidão
Do cidadão
No som do clarinete e dos dedos que amaciam as cordas da guitarra que ganham vida na boca de quem diz o que deve dizer num crescendo de liberdade sem medo.
Venham eles!
Venham elas!
Venha a morte e que me leve para junto, não de Deus,mas daqueles que eu não amo,mas que me fazem sentir bem!
As coisas acontecem
Mesmo quando se adormece
Na carne da inocência
A escrever a liberdade
Que não é tua
E não é de ninguém
As coisas acontecem
Quer se queira ou não
Passam pelas portas estreitas
Das muralhas que nada defendem
E descansam na primeira pedra
Na mão de quem a atirar.
As coisas acontecem!
Perdido na solidão
Do cidadão
No som do clarinete e dos dedos que amaciam as cordas da guitarra que ganham vida na boca de quem diz o que deve dizer num crescendo de liberdade sem medo.
Venham eles!
Venham elas!
Venha a morte e que me leve para junto, não de Deus,mas daqueles que eu não amo,mas que me fazem sentir bem!
As coisas acontecem
Mesmo quando se adormece
Na carne da inocência
A escrever a liberdade
Que não é tua
E não é de ninguém
As coisas acontecem
Quer se queira ou não
Passam pelas portas estreitas
Das muralhas que nada defendem
E descansam na primeira pedra
Na mão de quem a atirar.
As coisas acontecem!

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