Caro!
Amigo!
Os palavrões devem serem ditos!
As verdades devem serem ditas!
As mentiras devem serem ditas!
E sendo a verdade para ser dita
Eu digo!
O carro que eu comprei novinho em folha
Sem nenhuma beliscadura
Num primeiro duro olhar
E após um duro teste
No circuito da Vilhena ( nosssa velha amiga )
Passou com distinção.
Os entendidos o confirmaram verbalmente
E emitiram o documento oficial da CE.
Mas estou feliz?
Se com o dinheiro gasto
Tinha comprado um saco cama
No qual tinha adormecido
A ver a Lua Cheia
Fotografado a ponte que une as cinco margens
E pintado uma vaca
A pastar num prado verdejante
E nada disso fiz!
Optei!
Escolhi um analgésico!
Um comprimido que fosse um avião feito de esferovite
Resistente
Próprio para piruetas
Duplos mortais, loopings
E que me leva-se
De borla para a India
Largar-me de n metros de altura
Sem Colete salvas vidas
No rio Ganges
Mergulhar
Sofucar
Ao subir à tona
Porque ao abrir a boca
Queriam entrar e morrer no meu estomago
Peixes que queriam participar
Mesmo sem saberem da razão
E do porquê da tal situação.
E terminar num velho retaurante portugês
Situado numa bela região
A comer um suculento rojão
Antes de adormecer num velho camião.
Amigo!
Os palavrões devem serem ditos!
As verdades devem serem ditas!
As mentiras devem serem ditas!
E sendo a verdade para ser dita
Eu digo!
O carro que eu comprei novinho em folha
Sem nenhuma beliscadura
Num primeiro duro olhar
E após um duro teste
No circuito da Vilhena ( nosssa velha amiga )
Passou com distinção.
Os entendidos o confirmaram verbalmente
E emitiram o documento oficial da CE.
Mas estou feliz?
Se com o dinheiro gasto
Tinha comprado um saco cama
No qual tinha adormecido
A ver a Lua Cheia
Fotografado a ponte que une as cinco margens
E pintado uma vaca
A pastar num prado verdejante
E nada disso fiz!
Optei!
Escolhi um analgésico!
Um comprimido que fosse um avião feito de esferovite
Resistente
Próprio para piruetas
Duplos mortais, loopings
E que me leva-se
De borla para a India
Largar-me de n metros de altura
Sem Colete salvas vidas
No rio Ganges
Mergulhar
Sofucar
Ao subir à tona
Porque ao abrir a boca
Queriam entrar e morrer no meu estomago
Peixes que queriam participar
Mesmo sem saberem da razão
E do porquê da tal situação.
E terminar num velho retaurante portugês
Situado numa bela região
A comer um suculento rojão
Antes de adormecer num velho camião.

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