23 fevereiro 2005

Estive atento às notícias dos telejornais, na expectativa de vêr os meus amigos que labutam no estrangeiro, no centro do poder da UE, a cumprimentar o "amigo" Bush, a tomar um café com ele, ou a almoçar na cantina das Comunidades, na mesma mesa, ou na mesa ao lado. Numa de tucátulá com figura tão ilustre. A chegar-lhe a mostarda. A pedir uma botelha de tintol a meias. A ouvir dele umas anedotas sobre o Iraque.
Fiz zapping a todos os noticiários, horário nobre ou plebeu. Em vão.

Nem sequer nas manifestações cordiais a mandá-lo embora do território Europeu.

Que triste estou.