Dificil
Quando ouço uma voz
Longinqua
Dos confins de outro mundo
Aguda e despertante
Sem sentido
E sem norte
E na qual eu me perco
E saboreio
As frutas multicolores
Dispersas num andor
Sem santos
Sem prantos
Sem dores
Acordo do cansaço milenar
E como sempre
Olho para o mar
E nas suas águas
Não se reflecte as suas filhas
As sereia do mar
E nas suas águas
Não nadam golfinhos, tubarões e baleias
Chatice!
Perdão!
Acabei de pescar
Um peixão
Quero dizer um robalão
Que coitado de saudade e solidão
Queria passar de mão em mão
Acabar no panelão
Dizendo, em voz alegre, com a barbatana pousada no coração,
Cansado de tanto lutar contra a maré
Estou pronto para o que der e o vier...............
Longinqua
Dos confins de outro mundo
Aguda e despertante
Sem sentido
E sem norte
E na qual eu me perco
E saboreio
As frutas multicolores
Dispersas num andor
Sem santos
Sem prantos
Sem dores
Acordo do cansaço milenar
E como sempre
Olho para o mar
E nas suas águas
Não se reflecte as suas filhas
As sereia do mar
E nas suas águas
Não nadam golfinhos, tubarões e baleias
Chatice!
Perdão!
Acabei de pescar
Um peixão
Quero dizer um robalão
Que coitado de saudade e solidão
Queria passar de mão em mão
Acabar no panelão
Dizendo, em voz alegre, com a barbatana pousada no coração,
Cansado de tanto lutar contra a maré
Estou pronto para o que der e o vier...............

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