Medo?
Os pensamentos mais nobres são corroidos
Pelo poder de quem pensa que manda
Na vontade de quem não obedece
À ordem do Faça!
Faça se não já sabe!
Vai morrer enquanto eu rio!
Vai morrer cheio de frio
À beira do rio
Sem dar um pio
Sem falar com o seu tio
O Homem
Abandonado
Sózinho
Coitadinho
Pendurado no curto fio
Da idade
Perdida no sininho
De uma capela do minho
Em ruinas
Abafada no encanto da trepadeira
Que afaga e faz ternuras
Com os seus dedos frágeis e meigos
E a protege das agruras do tempo
Pensou e disse em alta voz:
Vai-te foder!
Na minha vida quem manda sou eu!
Pelo poder de quem pensa que manda
Na vontade de quem não obedece
À ordem do Faça!
Faça se não já sabe!
Vai morrer enquanto eu rio!
Vai morrer cheio de frio
À beira do rio
Sem dar um pio
Sem falar com o seu tio
O Homem
Abandonado
Sózinho
Coitadinho
Pendurado no curto fio
Da idade
Perdida no sininho
De uma capela do minho
Em ruinas
Abafada no encanto da trepadeira
Que afaga e faz ternuras
Com os seus dedos frágeis e meigos
E a protege das agruras do tempo
Pensou e disse em alta voz:
Vai-te foder!
Na minha vida quem manda sou eu!

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