CAOS
O mar a ser sugado para os abismos.
O sol estonteante a carambolar no firmamento.
Gaivotas esborracham-se nos rochedos, num frenesim suicida.
A areia derrete-se num esgar verde.
O vento, esse eleva esplanadas, como se de folhas de papel se tratassem.
Os pescadores fogem, com olhar esgazeado, recolhendo as canas.
Os peixes saltam, a léguas de distância.
O frio invade as almas, congela o pensamento.
O Marreco agoniza, no seu isolamento.
Chegou o Inverno.
É o caos.
O sol estonteante a carambolar no firmamento.
Gaivotas esborracham-se nos rochedos, num frenesim suicida.
A areia derrete-se num esgar verde.
O vento, esse eleva esplanadas, como se de folhas de papel se tratassem.
Os pescadores fogem, com olhar esgazeado, recolhendo as canas.
Os peixes saltam, a léguas de distância.
O frio invade as almas, congela o pensamento.
O Marreco agoniza, no seu isolamento.
Chegou o Inverno.
É o caos.

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