Lembrar
Lembro o som que se perdia nas baquetas que batiam no metal esquecido no jardim das estátuas de marfim.
Eram pancadas que martelavam os ouvidos dos pastores que tocavam as gaitas de beiços e se enamoravam e casavam com as lobas no cio da procriação das montanhas, riachos de pedras e cidades perdidas nas montanhas.
Lembro o som das pancadas na espiga que se queria levantar
Ela queria deixar uma tenda voar.
Lembro o som das rajadas do vento e do frio vindo do nada
Que feriam os dedos que lavavam na água fria
Pratos de metal sujos.
Lembro os sorrisos desenhados
Na zona dos prados
Sem pontes
Longe de desertos
Apertos
E
Lembro
A voz perdida no dedilhado do granito que se esvai num touro nascido em Sevilha?
Lembro a voz do meu amor que me dizia, ao longo dos anos :
- Quando o rio salta e a cerveja foge do copo estreito e não quer mergulhar nas noites frias do inverno sem neve que não conheces ... esquece ...
Eram pancadas que martelavam os ouvidos dos pastores que tocavam as gaitas de beiços e se enamoravam e casavam com as lobas no cio da procriação das montanhas, riachos de pedras e cidades perdidas nas montanhas.
Lembro o som das pancadas na espiga que se queria levantar
Ela queria deixar uma tenda voar.
Lembro o som das rajadas do vento e do frio vindo do nada
Que feriam os dedos que lavavam na água fria
Pratos de metal sujos.
Lembro os sorrisos desenhados
Na zona dos prados
Sem pontes
Longe de desertos
Apertos
E
Lembro
A voz perdida no dedilhado do granito que se esvai num touro nascido em Sevilha?
Lembro a voz do meu amor que me dizia, ao longo dos anos :
- Quando o rio salta e a cerveja foge do copo estreito e não quer mergulhar nas noites frias do inverno sem neve que não conheces ... esquece ...

0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home