Saúde
Saúde!
No quebrar do que vejo
No nadar infindável de piscinas
Em Matosinhos
Saúde!
Viver
Num projecto
Não projectado
Não pensado
Saúde!
No refogado
Das batatas adormecidas
Em azeite
De um preparado culinário
Saúde!
Na liberdade de um olhar
Que nos quer matar
Manietar
No silêncio de um quarto escuro e húmido
Saúde!
No respirar
O pó da indústria
Que morre
Nos pulmões da serra
Que rola
Pela encosta do sono
Aonde não habita o sonho?
Vou morrer um dia
Mas
Não sem antes de beijar
O rosto da vida que me deu a incerteza
Do teu olhar
Saúde!
No quebrar do que vejo
No nadar infindável de piscinas
Em Matosinhos
Saúde!
Viver
Num projecto
Não projectado
Não pensado
Saúde!
No refogado
Das batatas adormecidas
Em azeite
De um preparado culinário
Saúde!
Na liberdade de um olhar
Que nos quer matar
Manietar
No silêncio de um quarto escuro e húmido
Saúde!
No respirar
O pó da indústria
Que morre
Nos pulmões da serra
Que rola
Pela encosta do sono
Aonde não habita o sonho?
Vou morrer um dia
Mas
Não sem antes de beijar
O rosto da vida que me deu a incerteza
Do teu olhar
Saúde!

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