QUE SAUDADES
QUE SAUDADES QUE EU JÁ TINHA!
De ver as ondas encavalitadas nos rochedos,
De sentir o spray do mar a massajar-me a cara,
De pôr a areia a verter por entre os dedos
E gozar o sol, de beleza rara.
De furar o horizonte com o olhar,
De beber os sons, abraçando o vento,
Num murmúrio ameno, quase um lamento.
De afagar as asas das gaivotas, no seu voar.
De tomar notas, escrevendo sentimentos,
E apertar um cigarro, disposto a ser fumado,
Vendo um pescador a fazer um lançamento
Acreditando não saír gorado.
De perseguir pistas na areia fina,
De a sentir fugir por entre os pés,
De a vêr molhada, e logo seca,
Ao sabor das marés.
De ver as ondas encavalitadas nos rochedos,
De sentir o spray do mar a massajar-me a cara,
De pôr a areia a verter por entre os dedos
E gozar o sol, de beleza rara.
De furar o horizonte com o olhar,
De beber os sons, abraçando o vento,
Num murmúrio ameno, quase um lamento.
De afagar as asas das gaivotas, no seu voar.
De tomar notas, escrevendo sentimentos,
E apertar um cigarro, disposto a ser fumado,
Vendo um pescador a fazer um lançamento
Acreditando não saír gorado.
De perseguir pistas na areia fina,
De a sentir fugir por entre os pés,
De a vêr molhada, e logo seca,
Ao sabor das marés.

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