Poema do GUI
Encosta-te à mesa
Não digas que não
Não peças um pão
Fala com o coração
Não caias no chão
Não peças perdão
Não roubes o limão
Da casa pobre da Conceição
Vou partir para muito longe
Para a escola que fica no monte
Vou de madrugada
E venho de noite cerrada
Pelo caminho atiro pedras
Em troca recebo castanhas
Vindas do céu divino
Acompanhadas com o som do sino
Lavo o rosto na poça da encosta
Que rega os campos do Costa
Afugento as sombras dos esteios
Que dormem nos seios da vinha
Desperto o cão adormecido
Que de tão aborrecido
Dá um latido
E faz de conta ...
Não digas que não
Não peças um pão
Fala com o coração
Não caias no chão
Não peças perdão
Não roubes o limão
Da casa pobre da Conceição
Vou partir para muito longe
Para a escola que fica no monte
Vou de madrugada
E venho de noite cerrada
Pelo caminho atiro pedras
Em troca recebo castanhas
Vindas do céu divino
Acompanhadas com o som do sino
Lavo o rosto na poça da encosta
Que rega os campos do Costa
Afugento as sombras dos esteios
Que dormem nos seios da vinha
Desperto o cão adormecido
Que de tão aborrecido
Dá um latido
E faz de conta ...

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