Espantalhos
Admira-me os espantalhos
Cheios de aves negras
De bico amarelo
Olhar fugidio
Impassíveis na postura
Afugentando da costura
As saias que não perduram
Lavadas na água pura
Vindas de um lago conhecido
De onde não havia amigo
E nem tão pouco inimigo
Mas que susssuram
Ó Filha! És muito boa!
Desta vez não me vou perder em delongas
Nem tão pouco olhar para umas pernas longas
Torneadas num automático
De seios enchidos
Acima de uma atmosfera
Perdidos na ética dos palavrões
Perdidos nos ditos cabrões
D'
Ó Filha! És muito boa!
Na Missão que me coube
Derrubei os corações
Que não respondiam às emoções
Pretentidas
Que estavam
Enganados na solidão
Da
Ó Filha! És muito boa!
O melhor é ter
Um caldinho
Quentinho vindo
De um desavindo
Criado por alguém
Caladinho
Mas que diz
Ó Filha! És muito boa!
Deixei de responder
Nem tão pouco vender
Dar
De mão bem banjada
O beijo
Da força
Do espaço da boca
Da meiguice dos lábios
Mas,
Ó Filha! És muito boa!
Os próprios sábios
Discutindo os filmes a preto e branco
Que nunca sentiram
O beijo da vida
O beijo da morte
Nem o beijo da mulher
Destinada ao beijo
Que diz tudo, ou quase tudo...
Gritaram
Ó Filha! És muito boa!
Enfim, no final
Da vida, diferente, que todos vamos viver
Ninguém, em principio, vai contar
O que deveras sente e quer contar
Mas dizem
Ó Filha! És muito boa!
Eu sabendo isso
Porque a idade não perdoa
Nem magoa
Vou ter com a minha Leoa
Que em momento algum não perdoa
A perda do gosto da broa...
E sinto
Ó Filha! És muito boa!
Cheios de aves negras
De bico amarelo
Olhar fugidio
Impassíveis na postura
Afugentando da costura
As saias que não perduram
Lavadas na água pura
Vindas de um lago conhecido
De onde não havia amigo
E nem tão pouco inimigo
Mas que susssuram
Ó Filha! És muito boa!
Desta vez não me vou perder em delongas
Nem tão pouco olhar para umas pernas longas
Torneadas num automático
De seios enchidos
Acima de uma atmosfera
Perdidos na ética dos palavrões
Perdidos nos ditos cabrões
D'
Ó Filha! És muito boa!
Na Missão que me coube
Derrubei os corações
Que não respondiam às emoções
Pretentidas
Que estavam
Enganados na solidão
Da
Ó Filha! És muito boa!
O melhor é ter
Um caldinho
Quentinho vindo
De um desavindo
Criado por alguém
Caladinho
Mas que diz
Ó Filha! És muito boa!
Deixei de responder
Nem tão pouco vender
Dar
De mão bem banjada
O beijo
Da força
Do espaço da boca
Da meiguice dos lábios
Mas,
Ó Filha! És muito boa!
Os próprios sábios
Discutindo os filmes a preto e branco
Que nunca sentiram
O beijo da vida
O beijo da morte
Nem o beijo da mulher
Destinada ao beijo
Que diz tudo, ou quase tudo...
Gritaram
Ó Filha! És muito boa!
Enfim, no final
Da vida, diferente, que todos vamos viver
Ninguém, em principio, vai contar
O que deveras sente e quer contar
Mas dizem
Ó Filha! És muito boa!
Eu sabendo isso
Porque a idade não perdoa
Nem magoa
Vou ter com a minha Leoa
Que em momento algum não perdoa
A perda do gosto da broa...
E sinto
Ó Filha! És muito boa!

0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home