Sem veia para chutar
Todos os dias ao fim do dia
Ouço a voz cavernosa
Vinda do inicio do mundo
Até amanhã!
............
Todos os fins de semana
Ouço a voz alegre
Vinda do fim do mundo
Bom fim de semana!
.......................
Uma voz que não conheço
Que me incomóda
E me chateia
Mas que me acompanha diariamente
...................
Efectivamente não são dunas
Nem esteios que seguram as videiras
Nem fantasmas sem espadas
Feitos em espetadas
Que matam em noites escuras
Com um toque de um dedo
Que sem medo
Se perde num qualquer degredo
Complicado de um camilo
Cheio de ralações
Farto de vender emoções
Ao desbarato
E quem tem culpa?
Os professores?
Os recuperadores?
Os engenheiros?
Eu francamente acho que os grandes culpados
De tudo o que se passa no mundo microcópico
Assim como no mundo macroscópico
Foram e são os engenheiros
E dentre estes os engenheiros mecânicos
Porque de pessoas nada entendem
De bielas nem pensar
Apesar
Da cambota estar sempre a rodar
E só parar quando gripar
Colar!
Num abraço apertado
Num adeus
Sem pesar!
Sem acenar!
Mas partir sem pensar
Nas nuvens pardacentas
Que ameaçam a aventura de qualquer olhar...
De um beijo perdido no vento
Que de desanimado
Se confina nas couves arrancadas
Perdidas no lixo.........
Insulto perdido da chefe esquecida
Que pensa que manda
Por ordem de deus
Façam o favor
Não julguem
Não mentem
Sejam simplesmente o seres simples que são
Não compliquem!
Ouço a voz cavernosa
Vinda do inicio do mundo
Até amanhã!
............
Todos os fins de semana
Ouço a voz alegre
Vinda do fim do mundo
Bom fim de semana!
.......................
Uma voz que não conheço
Que me incomóda
E me chateia
Mas que me acompanha diariamente
...................
Efectivamente não são dunas
Nem esteios que seguram as videiras
Nem fantasmas sem espadas
Feitos em espetadas
Que matam em noites escuras
Com um toque de um dedo
Que sem medo
Se perde num qualquer degredo
Complicado de um camilo
Cheio de ralações
Farto de vender emoções
Ao desbarato
E quem tem culpa?
Os professores?
Os recuperadores?
Os engenheiros?
Eu francamente acho que os grandes culpados
De tudo o que se passa no mundo microcópico
Assim como no mundo macroscópico
Foram e são os engenheiros
E dentre estes os engenheiros mecânicos
Porque de pessoas nada entendem
De bielas nem pensar
Apesar
Da cambota estar sempre a rodar
E só parar quando gripar
Colar!
Num abraço apertado
Num adeus
Sem pesar!
Sem acenar!
Mas partir sem pensar
Nas nuvens pardacentas
Que ameaçam a aventura de qualquer olhar...
De um beijo perdido no vento
Que de desanimado
Se confina nas couves arrancadas
Perdidas no lixo.........
Insulto perdido da chefe esquecida
Que pensa que manda
Por ordem de deus
Façam o favor
Não julguem
Não mentem
Sejam simplesmente o seres simples que são
Não compliquem!

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