brincadeira antes do jantar
Espantalho a defender um campo de milho que não é dele, mas do patrão que já não lhe paga há tempo demais.
O vizinhos e pior os amigos, reclamam o cheiro que tresanda das roupas sujas, da palha molhada, que nunca mais seca.
Pior, reclamam o não pagamento de uns miseros escudos emprestados numa noite de copos de bebedeira.
E o espantalho nuns gestos desarticulados, numa noite de luar, diz:
Não sou perfeito.
Não estou feito
Tão pouco aceito
O perfeito
Nem o sujeito
Que acordado do leito
Luta de peito
Aberto!
De repente olhou para mim e não vi o seu olhar
Senti um rodopio que não soube aonde ia dar
Decidi, apenas, ficar...
O vizinhos e pior os amigos, reclamam o cheiro que tresanda das roupas sujas, da palha molhada, que nunca mais seca.
Pior, reclamam o não pagamento de uns miseros escudos emprestados numa noite de copos de bebedeira.
E o espantalho nuns gestos desarticulados, numa noite de luar, diz:
Não sou perfeito.
Não estou feito
Tão pouco aceito
O perfeito
Nem o sujeito
Que acordado do leito
Luta de peito
Aberto!
De repente olhou para mim e não vi o seu olhar
Senti um rodopio que não soube aonde ia dar
Decidi, apenas, ficar...

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