21 março 2008
19 março 2008
S/T
Ouvi perto do meu ouvido:
- Amanhã não te levantas?
Como sempre não respondi a provocações.
Continuei a teclar no teclado há muito tempo gasto pelo poder do tempo
E a pensar na potência da minha consciência
Que sem querer fazer de qualquer coisa alguma ciência
Se perdia e gozava nas água quentes de umas termas
Perdidas numa encosta conhecida por poucos
E continuava a pensar que ainda mandava em qualquer coisa
Coitada!
Coitada da minha consciência!
Coitada de toda a paciência!
Gasta numa pedra nascida do ventre
Da terra.
- Amanhã não te levantas?
Como sempre não respondi a provocações.
Continuei a teclar no teclado há muito tempo gasto pelo poder do tempo
E a pensar na potência da minha consciência
Que sem querer fazer de qualquer coisa alguma ciência
Se perdia e gozava nas água quentes de umas termas
Perdidas numa encosta conhecida por poucos
E continuava a pensar que ainda mandava em qualquer coisa
Coitada!
Coitada da minha consciência!
Coitada de toda a paciência!
Gasta numa pedra nascida do ventre
Da terra.
16 março 2008
Tristeza
Penso cada vez mais
Como os vulgares mortais
Que a força da indisciplina
Nunca mais vai parar.
Perplexo percorro com o olhar crédulo o Hall da casa do fisher
E verifico o medo nas paredes brancas
Desnudadas
Sem nada para dar
No entanto ele brinca com a cana de pesca esverdeada
Faz lançamentos virtuais
E na mesa apresenta grandes trutas chegadas do mar
Pescadas num rio que não conheço.
E ouço a música que não divulgar
Alguma coisa tenho que guardar
Como os vulgares mortais
Que a força da indisciplina
Nunca mais vai parar.
Perplexo percorro com o olhar crédulo o Hall da casa do fisher
E verifico o medo nas paredes brancas
Desnudadas
Sem nada para dar
No entanto ele brinca com a cana de pesca esverdeada
Faz lançamentos virtuais
E na mesa apresenta grandes trutas chegadas do mar
Pescadas num rio que não conheço.
E ouço a música que não divulgar
Alguma coisa tenho que guardar
14 março 2008
13 março 2008
12 março 2008
brincadeira antes do jantar
Espantalho a defender um campo de milho que não é dele, mas do patrão que já não lhe paga há tempo demais.
O vizinhos e pior os amigos, reclamam o cheiro que tresanda das roupas sujas, da palha molhada, que nunca mais seca.
Pior, reclamam o não pagamento de uns miseros escudos emprestados numa noite de copos de bebedeira.
E o espantalho nuns gestos desarticulados, numa noite de luar, diz:
Não sou perfeito.
Não estou feito
Tão pouco aceito
O perfeito
Nem o sujeito
Que acordado do leito
Luta de peito
Aberto!
De repente olhou para mim e não vi o seu olhar
Senti um rodopio que não soube aonde ia dar
Decidi, apenas, ficar...
O vizinhos e pior os amigos, reclamam o cheiro que tresanda das roupas sujas, da palha molhada, que nunca mais seca.
Pior, reclamam o não pagamento de uns miseros escudos emprestados numa noite de copos de bebedeira.
E o espantalho nuns gestos desarticulados, numa noite de luar, diz:
Não sou perfeito.
Não estou feito
Tão pouco aceito
O perfeito
Nem o sujeito
Que acordado do leito
Luta de peito
Aberto!
De repente olhou para mim e não vi o seu olhar
Senti um rodopio que não soube aonde ia dar
Decidi, apenas, ficar...
09 março 2008
Sem veia para chutar
Todos os dias ao fim do dia
Ouço a voz cavernosa
Vinda do inicio do mundo
Até amanhã!
............
Todos os fins de semana
Ouço a voz alegre
Vinda do fim do mundo
Bom fim de semana!
.......................
Uma voz que não conheço
Que me incomóda
E me chateia
Mas que me acompanha diariamente
...................
Efectivamente não são dunas
Nem esteios que seguram as videiras
Nem fantasmas sem espadas
Feitos em espetadas
Que matam em noites escuras
Com um toque de um dedo
Que sem medo
Se perde num qualquer degredo
Complicado de um camilo
Cheio de ralações
Farto de vender emoções
Ao desbarato
E quem tem culpa?
Os professores?
Os recuperadores?
Os engenheiros?
Eu francamente acho que os grandes culpados
De tudo o que se passa no mundo microcópico
Assim como no mundo macroscópico
Foram e são os engenheiros
E dentre estes os engenheiros mecânicos
Porque de pessoas nada entendem
De bielas nem pensar
Apesar
Da cambota estar sempre a rodar
E só parar quando gripar
Colar!
Num abraço apertado
Num adeus
Sem pesar!
Sem acenar!
Mas partir sem pensar
Nas nuvens pardacentas
Que ameaçam a aventura de qualquer olhar...
De um beijo perdido no vento
Que de desanimado
Se confina nas couves arrancadas
Perdidas no lixo.........
Insulto perdido da chefe esquecida
Que pensa que manda
Por ordem de deus
Façam o favor
Não julguem
Não mentem
Sejam simplesmente o seres simples que são
Não compliquem!
Ouço a voz cavernosa
Vinda do inicio do mundo
Até amanhã!
............
Todos os fins de semana
Ouço a voz alegre
Vinda do fim do mundo
Bom fim de semana!
.......................
Uma voz que não conheço
Que me incomóda
E me chateia
Mas que me acompanha diariamente
...................
Efectivamente não são dunas
Nem esteios que seguram as videiras
Nem fantasmas sem espadas
Feitos em espetadas
Que matam em noites escuras
Com um toque de um dedo
Que sem medo
Se perde num qualquer degredo
Complicado de um camilo
Cheio de ralações
Farto de vender emoções
Ao desbarato
E quem tem culpa?
Os professores?
Os recuperadores?
Os engenheiros?
Eu francamente acho que os grandes culpados
De tudo o que se passa no mundo microcópico
Assim como no mundo macroscópico
Foram e são os engenheiros
E dentre estes os engenheiros mecânicos
Porque de pessoas nada entendem
De bielas nem pensar
Apesar
Da cambota estar sempre a rodar
E só parar quando gripar
Colar!
Num abraço apertado
Num adeus
Sem pesar!
Sem acenar!
Mas partir sem pensar
Nas nuvens pardacentas
Que ameaçam a aventura de qualquer olhar...
De um beijo perdido no vento
Que de desanimado
Se confina nas couves arrancadas
Perdidas no lixo.........
Insulto perdido da chefe esquecida
Que pensa que manda
Por ordem de deus
Façam o favor
Não julguem
Não mentem
Sejam simplesmente o seres simples que são
Não compliquem!
02 março 2008
Mais um charuto sem chama?
Não estou a precisar da reprimenda
Da jovem que nada conhece
Que não está pronta
Nem é nehuma santa
Mas que está pronta a dizer:
Não!
Não... bebas!
Fico a pensar porque não diz:
Não ... estudes!
Não fales
És um zero à direita
Óptimo!
Não por ter ideias
De esquerda ou da direita
Mas de não precisar premir o gatilho
Do revólver que não tenho.
Penso que falar
Disto e daquilo
É fácil
Fugir à policia é complicado
Chegar a casa sem cicatriz
Num rosto desfigurado
É dificil
Mas quer se queira
Quer não
É como manter um til
Numa letra
De um Gil
Ou pior
Numa letra
Escrita nuns óculos brancos
De onde surge a tal
Que não quer parecer
Mas que tem que ser.
E aí por, mais voltas redondas que a terra dê
A posição da mulher
É de pernas abertas
Não à espera de um filho
Castigo de um deus
Que niguém viu.
Mas É dela e de alguém
Que ela jura
É meu
Mais de ninguém...
Consigo entender a situação de um filho sem uma mãe, de um filho sem um pai, que nunca entendeu para além do fio
De um corta unhas
De uma navalha
Da lingua pontiaguda...
E vou fumar um charuto esquecido num sitio qualquer
Saio à rua e penso em ti!
Da jovem que nada conhece
Que não está pronta
Nem é nehuma santa
Mas que está pronta a dizer:
Não!
Não... bebas!
Fico a pensar porque não diz:
Não ... estudes!
Não fales
És um zero à direita
Óptimo!
Não por ter ideias
De esquerda ou da direita
Mas de não precisar premir o gatilho
Do revólver que não tenho.
Penso que falar
Disto e daquilo
É fácil
Fugir à policia é complicado
Chegar a casa sem cicatriz
Num rosto desfigurado
É dificil
Mas quer se queira
Quer não
É como manter um til
Numa letra
De um Gil
Ou pior
Numa letra
Escrita nuns óculos brancos
De onde surge a tal
Que não quer parecer
Mas que tem que ser.
E aí por, mais voltas redondas que a terra dê
A posição da mulher
É de pernas abertas
Não à espera de um filho
Castigo de um deus
Que niguém viu.
Mas É dela e de alguém
Que ela jura
É meu
Mais de ninguém...
Consigo entender a situação de um filho sem uma mãe, de um filho sem um pai, que nunca entendeu para além do fio
De um corta unhas
De uma navalha
Da lingua pontiaguda...
E vou fumar um charuto esquecido num sitio qualquer
Saio à rua e penso em ti!
Aconteceu
Preocupado comigo
Preocupado com os meus amigos
Preocupado contigo
Deveras preocupado?
Porquê?
Não tenho razão para tal
Nem quero pensar na tal
Que quando aparece
Num dia
Em qualquer dia
Foge num nunca encontrar
Mas
Um jovem nasce
Num dia agoirento
Mergulha num cinzento
Pesca o peixe atento
E vai para casa
Contente?
Para mim
Depois de ver o mar
Revolto e para quebrar
O homem ao fundo
A pescar
É obra
Faz-me pensar!
Que não estou preocupado
Em estar...
Fugir
Nem Pensar!
Preocupado com os meus amigos
Preocupado contigo
Deveras preocupado?
Porquê?
Não tenho razão para tal
Nem quero pensar na tal
Que quando aparece
Num dia
Em qualquer dia
Foge num nunca encontrar
Mas
Um jovem nasce
Num dia agoirento
Mergulha num cinzento
Pesca o peixe atento
E vai para casa
Contente?
Para mim
Depois de ver o mar
Revolto e para quebrar
O homem ao fundo
A pescar
É obra
Faz-me pensar!
Que não estou preocupado
Em estar...
Fugir
Nem Pensar!


